Artigos com o marcador anatel
Anatel exige regras mais rígidas para venda de linhas telefônicas da Nextel
17/06/10
Consumidor terá de comprovar que uso do serviço será profissional.
(via G1, dica do Thomáz Freitas)
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E eu falo: ATÉ QUE ENFIM!
Fora do Brasil eu não sei, mas Nextel aqui de fato foi destinado ao consumidor corporativo. Pode perceber: não existe plano pré pago (aliás, tem um, mas tem que pagar uma assinatura mais cara do que um plano pós mediano).
Nextel não é bom. Pra ninguém.
- Cobertura muito restrita
- PTT é coisa para metidos, aquele barulho irrita qualquer um e o dono não tem desconfiômetro, na mesma proporção que pessoas desprovida de inteligência usam celulares chineses tocando funk de 5ª categoria em local público
- As pessoas cismam em usar o loudspeaker.
- A qualidade do rádio é horrível. Sinceramente, eu não consigo entender como as pessoas conseguem manter contato por aquilo
- Portfólio de aparelhos restrito a aparelhos Motobomba Motorola e dois modelos de CrackBerry BlackBerry
- Rede de dados só suporta velocidades de no máximo 30kbps
- Aparelhos caros
- Acessórios invisíveis
- Para ser cliente, eles que tem que desejar você e não você a eles
- DDD custa R$1 por minuto
É muito mais vantajoso, para uma empresa, assinar vários Liberty’s da TIM. O cara fala de graça com qualquer TIM, e, na promoção, ilimitado com rádios durante 3 meses…
(já deu pra perceber tamanho ódio que eu tenho de Nextel e quem tem Nextel e usa no loudspeaker, né?)
Consumidor terá de comprovar que uso do serviço será profissional.
Agência quer que interessado apresente documentos como prova.
Esclarecimento: celulares de São Paulo poderão ter mais dois dígitos.
16/05/10
Essa história ficou meio mal contada pelos jornais e portais de TI. De fato, ficou muito difícil de entender. Vou tentar relatar da maneira mais simples possível…
-Por que mais dois dígitos?
O mercado móvel em São Paulo cresceu muito nos últimos tempos. E as combinações disponíveis para as operadoras móveis, um dia, vão acabar. Por isso, adicionar mais um dígito é a solução. É melhor antecipar a mudança do que esperar o balão estourar e aí sim as operadoras se adaptarem ou não.
-Como vai ser a mudança?
Nada difícil. Nos números antigos, adicionará um “11″ antes do número telefônico. Por exemplo, se você, hoje, tem o número 9876-5432, esse passará a ser 11-9876-5432. Se você quiser fazer uma ligação interurbana para tal número, deverá discar 0+XX+11+9876-5432, onde XX é a operadora de longa distância.
Já para os números novos, se adicionará um “10″. Então, você ligará para o número 10-9876-5432, e, se for DDD, será 0+xx+10++9876-5432.
O 10 e o 11 são nada mais do que DDD’s diferentes, mas com tarifação local para a região 10 e 11.
-Então eu pagarei tarifa de longa distância se ligar de um número 10 para 11, ou vice versa?
Não. Será tarifada como local.
-Mas e o DDD que querem fazer só pra região metropolitana de São Paulo?
É apenas para alocar números. A cidade e região teria, no caso, o DDD 10. O 11 ficaria para outras cidades não metropolitanas, mas que também contam com o DDD 11.
-Então, se uma pessoa ligar do DDD 11 para o 10 ou vice versa, pagaria tarifa de longa distância?
Não. De acordo com o artigo proposto, a cobrança seria como ligação local. A cobrança em longa distância só existiria se ligasse de outro DDD distinto, como, por exemplo, o 19.
-A partir de quando essa mudança entra em vigor?
Ela ainda vai passar por consulta pública. Ou seja, ainda NÃO É CERTO que a mudança acontecerá. Ainda, também não há data certa para tal mudança, se aprovada.
Anatel estuda interferir em preços de banda larga após sinais de abusos
02/05/10
A diferença de preços de pacotes de internet entre Estados, e até entre municípios vizinhos atendidos pela mesma operadora, está forçando a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) a interferir no setor.
De acordo com as regras desse mercado, a agência nada poderia fazer para controlar o preço porque o acesso à internet é um serviço privado. Mas existe uma exceção, caso sejam comprovados abusos das prestadoras. É exatamente isso o que os técnicos da agência acreditam que ocorra no momento.
Em um informe de setembro de 2008, eles já recomendavam a interferência da agência, cumprindo sua obrigação de coibir o suposto abuso das operadoras.
Essa orientação partiu após uma denúncia da deputada federal Vanessa Grazziotin (PC do B-AM) que, em setembro de 2008, reclamou à agência que o preço do pacote de 1 Mbps do Velox, produto de acesso à internet da Oi, custava quase 1.000% a mais no Amazonas do que no Rio de Janeiro.
A Anatel ainda não tomou providências. A demora também emperrou conflitos parecidos na Bahia, onde a Justiça determinou que a Oi reduzisse os preços dos pacotes.
Em Salvador, o consumidor pagava 246% mais que os assinantes da cidade do Rio de Janeiro, onde o pacote mensal de 1 Mbps saía por R$ 34,90, em agosto de 2008.
Discriminação
O regulamento do serviço determina que não pode haver discriminação de consumidores. A agência admite que os preços sejam diferentes, mas não nos patamares atuais.
Essas distorções foram investigadas pela SDE (Secretaria de Direito Econômico) desde novembro de 2009.
Hoje, a secretaria publica sua decisão no “Diário Oficial da União”. Não processará a Oi e a Telefônica porque considerou que as distorções se devem a um problema regulatório. Por isso, recomenda à Anatel que libere novas autorizações a empresas para estimular a concorrência baixando preços.
Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, a Oi vendia o pacote por R$ 68,90. Nos municípios que integram a região metropolitana, como Belford Roxo e Nova Iguaçu, o mesmo pacote foi vendido por R$ 149,90.
Em Belo Horizonte, esses preços eram de R$ 69,07. Em Betim, R$ 164,58. Em São Paulo, a Telefônica cobrava R$ 10 a mais das cidades do interior.
As teles dizem que os preços são menores onde há concorrência devido às promoções. No documento da Anatel, os técnicos recomendam que esses descontos sejam revistos.
O regulamento do serviço proíbe que as promoções mascarem o preço real. Caso seja comprovado o abuso das teles, elas podem ser punidas com multas e até perder a autorização para prestar serviços de internet.
(via Folha de São Paulo)
TecnoPod#5
20/03/10
Mais um podcast. E dessa vez, já no novo formato. O Thiago Quaresma virou integrante fixo e vai abordar jogos e um pouquinho de tecnologia pessoal. - eu ainda não fiz a nova vinheta.-
Nessa versão, falamos sobre:
*Anatel e o desbloqueio
*Playstation Move, Playstation 3, Wii
*Interrupção de vendas de banda larga móvel da Claro
*Vivo MG > Nacional
*Apple Store e Brasil
*Cara de pau da GVT ao usar o Loquendo
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Cobrança por desbloqueio de SIMLock PROIBIDA!
19/03/10


A regulamentação de SMP que foi feita no ano retrasado foi mais um bazzinga do que qualquer coisa: como as pautas não eram extremamente específicas, as operadoras se aproveitavam das deixas contratuais para cobrar o desbloqueio (algo que não era previsto durante o processo de formação do novo SMP).
Hoje acordo imediatamente com uma boa notícia: a ANATEL proibiu, isso mesmo, proibiu a cobrança do desbloqueio de SIMLock, estando ou não fidelizado com algum plano de serviço. Está previsto que a fidelização se deve ao contrato feito ao plano, mas não ao aparelho. O que não deixa de ser verdade, afinal você pode pegar um aparelho e continuar usando o antigo… As únicas operadoras (ou melhor, das 4 grandes) que cobram o desbloqueio são Vivo e Claro…
Além disso, saiu a regulamentação do ponto extra, para os assinantes da TV a cabo. Pro consumidor, nada relevante: o decoder pode ser vendido ou alugado, e a manutenção mensal pode ser cobrada, e é isso que as operadoras atualmente fazem.
Vivo é multada em R$3,6 milhões
26/02/10
A Vivo foi multada por problemas na operação da empresa em Estados de todas as regiões do País, em serviços como atendimento em call center da empresa, erros em contas telefônicas e problemas dos usuários para completar as chamadas. E isso rendeu 3,6 milhões a menos no bolso da empresa.
Parabéns para a empresa.
(via Estadão)
Anatel libera uso de frequência WiMax para operadoras móveis
03/02/10
Tem alguém com bom senso na ANATEL! Que bom!
A Anatel incluiu no SMP, para as operadoras, o poder de usar WiMax em 3,5GHz. Isso é bom, pois é possível, com apenas um ponto de acesso, fornecer serviços de banda larga num raio de 50km de extensão.
Eu acho (leia bem: acho) que isso deve fazer parte do Plano Nacional de Banda Larga, que deverá sair neste mês. Afinal, o WiMAX visa boa velocidade com bom alcance, e atender cidades do interior seria muito mais fácil e econômico.
Saiba mais, também, no Computer World
Unicel compra faixas de 400Mhz em todo o Brasil
15/12/09
A Telcom também comprou, mas o que me assusta mesmo é a Unciel. Se você não sabe quem ou o quê é a Unicel, informo-lhe que é a controladora da AEIOU. E se você não sabe quem é a AEIOU, informo-lhe que é a operadora mais louca que poderiam criar, com ideias meio filantrópicas e qualidade de rede horrorosa.
Pois bem, a AEIOU já tá meio falida, e me vem com mais essa: depois de adquirir licença SMP, ela comprou licença de 5MHz para as faixas de 400MHz, em todo o Brasil.
E eu pergunto: COMO ela vai atuar nessas faixas? Que tecnologia usa isso? Algum pseudo-LTE? Alguém sabe me responder? GSM de 400MHz não rola, com certeza. E, de onde ela vai tirar o dinheiro pra montar a rede, visto que a empresa anda tão falida que andam comentando que não estão pagando os funcionários e os forneedores de infraestrutura??
Que maluquice.
Comissão libera teles para ter TV a cabo
04/12/09
Foi aprovado, por uma comissão na câmara dos deputados, um projeto que tem como objetivo autorizar empresas de telefonia a explorar serviços de TV à cabo. Atualmente, para oferecer os famosos “combos” (TV, telefone e banda larga), as empresas de telefonia precisam se associar às de TV (e vice versa). No Brasil, por exemplo, a NET mantém associação com a Embratel e a Telefônica, com a TVA.
Ainda há certo impedimento no congresso em impedir que as empresas explorem diretamente o serviço de televisão por assinatura, já que quase todas as operadoras são controladas por capital estrangeiros. Ainda tem o medo de que ocorra diminuição na concorrência se uma empresa apenas puder explorar os 3 serviços, livremente. O projeto já passou pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, mas ainda deverá será votado pelo plenário da câmara, e depois pelo Senado Federal.
Só que tem um porém: nas regras do projeto, há a exigência de que 1/3 dos canais dos pacotes sejam brasileiros, e que, nos canais brasileiros fechados, deverao ser passados ao menos 12 horas diárias de programações realizadas no Brasil. Daí já não sei se fica bom, porque as melhores séries e programas são estrangeiros…
Agora, eu questiono: GVT TV? Livre TV? Como essas operadoras atuariam? Tomara que isso estimule o IPTV no Brasil.
O quê?
31/08/09
Telefônica faz 15 mil vendas após liberação do Speedy
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Quatro dias, e já teve aumento de 15 mil clientes na sua base… Não sabia que o Virtua/Ajato iam tão mal assim em SP.



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